Saturday, December 15, 2012

Contaminação energética ou psicológica




Adaptado por Nelson Abreu a partir de uma obra escrita por Nanci Trivellato

Entre os tópicos menos bem compreendidos no âmbito dos estudos médicos e comportamentais consiste na tão chamada contaminação psicológica, isto é, a transmissão de atitudes através da influência mental ou o reflexo da imitação. Apesar deste processo ser muito bem conhecido entre psiquiatras, psicólogos e sociólogos, muitos destes profissionais não têm em consideração o aspecto bioenergético.

Já deve ter observado que quando uma pessoa boceja, espirra, ri ou chora, os outros que se encontram na mesma divisão podem seguir o mesmo comportamento. Este efeito é mais poderoso em grandes multidões, como um evento desportivo ou de entretenimento ao vivo, onde os indivíduos poderão sentir um nível de emoção pouco usual e centenas a milhares de pessoas, simultaneamente, riem, choram ou sentem-se conectados com o mesmo artista ou atleta. Outro exemplo pode ser encontrado em eventos políticos polémicos, onde uma pequena briga pode propagar para uma situação caótica, dando lugar a actos de vandalismo e até linchamento, envolvendo pessoas que, na sua essência, são pacíficas.

O ajuntamento e o respectivo pensamento colectivo, ou a influência da respectiva cultura na intelectualidade de um indivíduo tem-se tornado parte do nosso léxico. O rapport emocional ou afectivo pode também desempenhar um papel na contaminação psicológica ou energética. O caso típico de um rapport afectivo é evidente quando a mãe sente que a filha não se está a sentir bem na escola e está a invocar a sua ajuda. O exemplo mais objectivo pode ser encontrado no trabalho desenvolvido pelo laboratório de pesquisa de anomalias de Princeton, que descobriu que os casais funcionam melhor em percepção remota e nos estudos sobre a Humano-Máquina interacção anómala.

Quando está perto de diferentes grupos age com menor autenticidade ou exibe determinado tipo de comportamento?

O crítico Noam Chomski cunhou a expressão “auto-defesa intelectual”, referindo-se ao pensamento livre e crítico, sem ser ingénuo ou preguiçoso ao analisar os “fatos” em si e a história por detrás dos mesmos, que não a versão do mundo, contada pela família, os media, religião, o governo, etc.

Este fenómeno está relacionado com o acoplamento áurico, isto é, a fusão temporária de auras (ou energias) das pessoas. Esta condição permite uma transferência de bioenergias natural, espontânea e instantânea. Apesar de alguém poder não perceber que a transferência ocorreu, isso não impede de ser afectado pelo padrão de emoções, sensações ou ideias de outra pessoa ou grupo.

Sem qualquer dúvida, é imperativo que compreendamos que, mesmo à distância, estamos constantemente a trocar energias com pessoas e lugares. Esta conexão pode intensificar-se, com impacto no nosso campo energético e que pode desembocar em reacções mentais, emocionais ou mesmo psicológicas.

Quanto mais lúcidos formos, no que diz respeito às nossas próprias energias, maior será a nossa lucidez na detecção do nosso acoplamento áurico com outras pessoas – físico ou não físico, saudável ou patológico – permitindo-nos, sempre que necessário, efectuar a necessária limpeza e defesa.

Com muita frequência, nós alimentamo-nos de ideias dispensáveis que, muitas vezes, têm as suas raízes em emoções reprimidas ou bloqueios energéticos, impedindo o fluxo daquelas mais evoluídas. Contudo, nós podemos treinar para limpar o nosso “lixo mental” e proteger ou isolarmo-nos da “poluição consciencial” do ambiente, através da lucidez e do controlo intencional das energias.

Com o tempo, as pessoas poderão aperceber-se que o pensamento é acção e que quando invocamos os outros – quer seja através de uma fantasia sexual ou rememoração de uma discussão – nós estabelecemos uma conexão energética com os mesmos. Nós podemos aprender a identificar estas interacções e decidir se são ou não saudáveis.

Às vezes, podemos querer conectar com alguém que tem um padrão doentio, doar-lhe energias e depois desconectar. Esta situação é totalmente diferente daquela em que se é sugado contra a vontade própria, tal como acontece no caso típico em que um amigo telefona apenas para se queixar. 
Organizações como a IAC são especialistas em treinar indivíduos, para se tornarem mais lúcidos quanto à existência de outras dimensões e para controlar os seus outros corpos: o energossoma ou o holochacra (corpo das energias), o psicossoma (corpo das emoções, corpo astral) e o mentalsoma (corpo do discernimento, ética e sentimento sereno).



Nelson Abreu é professor da IAC, sedeado em Los Angeles, California.
Nanci Trivellato é diretora da IAC, sedeada no Campus da IAC, Portugal.
     

Tuesday, December 4, 2012

VIDA INFINITA: DA EXTENSÃO DA VIDA FÍSICA À IMORTALIDADE DA CONSCIÊNCIA



escrito por Nelson Abreu

Vários cientistas de topo acreditam que a Humanidade não está longe de atingir a interminável vida biológica, considerando a morte como a derradeira doença evitável. Esta possibilidade levanta várias questões. É patente as dificuldades que temos tido no aproveitamento dos recursos da Terra para fazer face às atuais necessidades da população. O que acontecerá se a esperança de vida continuar a aumentar indefinidamente? E esse aumento, a par de outros recursos, ficará disponível somente para alguns? Quais seriam as consequências?

O que motiva as grandes questões da Humanidade? Muito do que fazemos é estabelecido contra à inevitável morte, à incerteza daquilo que se seguirá, e na luta para preencher o vazio deixado por tudo isto.  Se descobríssemos que nós sobrevivemos à morte e temos uma vida consciencial infinita, então perderíamos o medo da morte biológica. Consequentemente, as nossas motivações e prioridades alteravam-se e a nossa demanda pela imortalidade biológica tornar-se-ia cada vez menos relevante. Desta perspectiva, a pesquisa sobre a extensão da vida continua a ser uma importante aventura, mas o aumento da qualidade de vida deve ocupar lugar de destaque.

 A extensão da vida, da perspectiva da nossa contemporânea esperança média de vida, pode operar como uma espécie de moratória existencial que se pode traduzir numa “segunda chance” para terminar o projeto de vida de alguém ou um “bonus” para assumir um novo projeto que vai além das iniciais expectativas. A extensão de vida, melhoria da saúde e a pesquisa sobre recuperação pode ajudar-nos a aproveitar uma fase de maturidade consciencial mais madura ou da condição que muitas pessoas atingem, caracterizada pela habilidade em ponderar escolhas, consequências e cenários mais complexos com maior experiência, claridade de pensamento e serenidade, para maximizar a produtividade em termos de evolução espiritual.

Contudo, sob o paradigma centrado na consciência, a eterna vida biológica é praticamente irrelevante. O paradigma consciencial pode ser considerado numa perspectiva dualista. Isto é, considera a consciência como um distinto elemento extrafísico do cosmos; ainda assim, trabalha com a energia (e a matéria) para interagir com outras consciências e ambientes que elas criam.

O domínio da experiência fora do corpo e das bioenergias poderia contribuir para uma melhoria da qualidade de vida e até contribuir para a extensão da vida através de melhoria na saúde. Contudo, seria pouco provável que alguém que tenha tido várias experiências fora do corpo com lucidez buscasse a eternidade biológica, porque se apercebem que continuam para além do corpo físico. A vida eterna perde relevância, uma vez que ultrapassamos o conceito errado de que quando o corpo biológico morre nós deixamos de existir. De acordo com a Projeciologia, a ciência que estuda a manifestação humana para além do corpo físico, nós já somos imortais, para além do nosso efémero corpo físico.

Há algo que deve ser dito sobre a desconhecida, mas inevitável dessoma ou desativação do soma (corpo humano) como motivadora. Esta condição cria uma pressão ou stress saudável que nos encoraja a tirar partido das oportunidades da vida física. Uma pessoa sabe que dispõe de um determinado tempo para aproveitar a sua oportunidade para alcançar os seus objetivos e um dia a mesma cessa, com ou sem possíveis extensões. Uma interminável vida intrafísica pode levar o indivíduo, em muitos casos, a se acomodar e desperdiçar oportunidades, não garantidas, para recuperar a lucidez a qualquer momento. A infinita vida física minimiza a importância do presente quando comparado com o futuro infinito.

Considere os benefícios da morte física: dependendo das conquistas desta vida, pode programar e preparar-se, de uma perspectiva mais elevada, para a sua próxima vida física (período intermissivo ou período extrafísico entre vidas), usufruindo de uma lucidez aumentada, por se encontrar livre do corpo físico e denso. O efeito do "véu pesado" da matéria densa na sua lucidez é claramente percebido durante as projeções densas (com o psicossoma carregado de energias vitais). Projetores relatam bradicinesia (movimento difícil e lento de forma pouco característica, como se estivesse a tentar mover através de melaço), percepção visual inibida e dificuldade em manter um elevado nível de lucidez junto do soma.      

Nós podemos experimentar diferentes tipos de genética e condições mesológicas diversas no decurso das vidas sucessivas. Por exemplo, nós podemos experimentar a vida em diferentes corpos e civilizações extraterrestres de acordo com relatos de viagens não físicas e algumas retrocognições ou memórias de vidas passadas. Em alternativa, nós podemos ver o mundo da perspectiva menos feminista e menos chauvinista e compreender que cada lado tem os seus pontos fortes e limitações: um não é necessariamente superior ao outro e podemos aprender a partir destas duas condições. Podemos compreender os dois lados não somente de forma teórica, mas sim com a experiência - nada substitui a experiência pessoal e direta.

As relações entre consciências podem terminar de forma pouco amigável ao ponto das duas partes acharem que, após vários anos de relações problemáticas, a situação é irreconciliável. Uma nova vida com limitada rememoração de vidas passadas permite, desta vez, o desenvolvimento de experiências positivas, talvez através do desempenho de papéis familiares intimamente associados. Nesta sequência, estas experiências mais positivas podem ser avaliadas conjuntamente, mitigando os efeitos negativos da disputa original.

Existe também uma certa lógica na alternância entre vidas biológicas e o período não físico entre as mesmas. Na dimensão física, as pessoas de diferentes maturidades espirituais e diversos graus de lucidez (ou níveis de iluminação), grupos sociais e culturas misturam-se de uma forma que não acontece tão facilmente em dimensões mais rarefeitas. Nós perdemos muito da nossa acuidade extrafísica e memória para que possamos tirar partido destas interações, que proporcionam experiências ricas que aceleram a nossa evolução pessoal e coletiva ou desenvolvimento integral.

Por outro lado, é eventualmente mais produtivo regressar à dimensão extrafísica e preparar para um novo começo num novo corpo. A voluntária e não patológica dessoma, executada após completar a proéxis é descrita segundo tradições antigas (e mais recentemente nos 700 Experimentos do Dr. Vieira) como uma ação apropriada pelos indivíduos mais iluminados e evoluídos espiritualmente. Durante algum tempo, podemos "desfrutar de um período de existência sem o corpo físico - o nosso animal de estimação favorito - que não consegue sobreviver sem dormir, respirar, comer e beber".

Livre das necessidades e instintos sexuais e de sobrevivência, a consciência pode experimentar formas de manifestação, de aprendizagem, de viagem ou locomoção, de pensamento, comunicação e cognição mais avançadas que não são inerentes aos mais grosseiros sentidos do corpo físico. Relatos destas experiências estão descritos no Projeções da consciência - o diário das experiências fora do corpo, escrito pelo Dr. Waldo Vieira ou noutros clássicos escritos por Roberto Monroe ou Muldoon e Carrington. O assunto temático da revista Journal of Conscientiology, nº 26, explora o período e o curso intermissivo (o período entre vidas e a preparação para a próxima existência física).

Muitas pessoas que passam pela experiência de quase morte sentem relutância em voltar para a temporária vida física (sem mencionar a eterna vida biológica), uma vez que sentem uma agradável liberdade e serenidade, longe da responsabilidade e densidade física. Esta reação demonstra falta de maturidade, pois nenhuma das condições é melhor que a outra; nós devemos tirar o máximo partido das duas.

Tendo em consideração o número de pessoas infelizes, a descoberta do propósito da vida torna-se uma prioridade. Contudo, o que podemos nós fazer que não tenha sido já feito nesta busca milenar? Muitas das nossas tentativas, a maior parte da nossa busca contemporânea, tem estado limitada à perspectiva fisicalista. A experiência fora do corpo e outros fenómenos paranormais podem revelar variáveis extrafísicas ou uma perspectiva  multidimensional e multiexistêncial (muitas vidas). O aumento da lucidez e a contínua melhoria pessoal e coletiva - o desenvolvimento do inteiro espectro de inteligências e potencial humano - e a consequente redução do sofrimento proveniente de escolhas e comportamentos imaturos emerge como o principal objetivo de vida.

Por último, de acordo com a teoria conscienciológica, a nossa maturidade integral permitir-nos-à deixar o ciclo de sucessivas existências físicas e extrafísicas (serialidade existencial ou renascimento), libertando-nos permanentemente das limitações do físico e dos corpos emocionais extrafísicos - o verdadeiro oposto da vida biológica eterna.

NelsonAbreu, B.S. Engenheiro Elétrico, é voluntário da International Academy of Consciousness – Centro Educacional da Califórnia

Saturday, November 24, 2012

Recordos de Amizades entre Vidas e Missão de Vida Grupal

Na revista Conscientia, Anne-Catrin Vogt, administradora, pós-graduada em Marketing Internacional, professora-voluntária da International Academy of Consciousness na Alemanha, relata a retrocognição de uma dinâmica grupal vivenciada no curso intermissivo.

O fenômeno ocorreu durante uma sessão da tenepes (tarefa energética pessoal). Com base nesta experiência, Vogt apresentou o termo senso de interconectividade para descrever o valor atribuído ao paravínculo ou relação interconsciencial entre os integrantes do curso intermissivo.

Leia a versão PDF do artigo O Senso de Interconectividade: Experiência na Tenepes.

A professora estreia hoje o seu novo curso a cerca deste tema na IAC Londres. Para informação a cerca de cursos da IAC online e em vários paises acompanhe a nossa página Facebook ou o calendário de actividades, ambos disponiveis na nossa página web.

Tuesday, November 6, 2012

Descobrindo o Propósito da Vida (Programação Existencial)


- por Manori Sumanasinghe

Estava a falar com alguns dos meus familiares e amigos, quando reparei num tema comum que vinha sempre à tona. Qual é o propósito da vida? Existe alguma coisa seja suposto fazermos aqui? Qual é o potencial?

Referi-me ao que tenho aprendido através de minhas experiências de vida e da Conscienciologia. Pessoalmente, tenho usado algumas técnicas nos últimos 15 anos que me ajudaram a obter insights sobre qual poderá ser o meu propósito de vida.

Uma vez cheguei à IAC e fiz o Programa de Desenvolvimento da Consciência e alguns outros workshops, onde aprendi sobre o conceito de Programação Existencial.
 A Programação Existencial é semelhante ao propósito de vida, que é menos exato em transmitir o conceito.

Programação Existencial, como definido no próximo livro de Luis Minero “Desmistificando a experiência fora-do-corpo", é o plano, a agenda, para organizar o tempo durante a vida intrafísica da consciência: missão de vida.

É um assunto que tem sido amplamente estudado por académicos dentro da comunidade conscienciológica como o Dr. Waldo Vieira e Wagner Alegretti. Fora da Conscienciologia, existem académicos como Viktor Emil Frankl, MD, Ph.D., que também escreveu sobre este tópico. O empresário americano Tony Robins construiu uma carreira em treinar  pessoas para identificar o seu potencial na execução do seu propósito de vida.

Neste artigo, procuro sintetizar muitas ferramentas e técnicas que podem ser utilizadas na identificação e execução da programação existencial de cada um.

1.0  – Mitos

Idade: Você pode ter 18 ou 65 anos de idade: nunca é tarde para começar a pensar sobre a programação existencial. Mesmo que grandes oportunidades tenham sido perdidas e se a realização do seu potencial original pode parecer improvável, nenhuma realização evolutiva é um desperdício, especialmente se pensarmos na teoria das sucessivas existências (séries existenciais, o renascimento, a reencarnação). O mero interesse neste assunto poderia significar que tem dado considerável atenção a questões como "Qual é o propósito da vida? Existe sentido nesta vida?" Fazer a pergunta certa é o primeiro passo na direção certa

Limitações: Todos nós temos limitações que podem prejudicar o ritmo do nosso crescimento, mas podemos ser tentados a dar essa desculpa. Ouvimos as pessoas dizerem com frequência "Ah, se eu tivesse a condição xyz", "se eu tivesse dinheiro suficiente." Em vez de nos concentrarmos no que percebemos serem as nossas limitações, podemos escolher contemplar as oportunidades.

2.0 – Técnicas

2.1– Escrita:

Escrever é uma ferramenta poderosa que nos pode ajudar na nossa evolução. Não apenas na organização de ideias, mas também pode ser muito benéfico na plena formação, desenvolvimento e definição de uma determinada ideia que concebemos.

Pode usar uma caneta e papel ou o computador, o que for o método mais conveniente para si para a prática deste exercício.

Esta técnica requer que, todos os dias, se sente e escreva por 10 minutos, a primeira coisa a fazer de manhã e a última à noite. Comece por escrever o que lhe vier à mente. Quando você tiver treinado a sua mente ao ponto a que as suas ideias fluam com bastante facilidade, escolha uma ou uma série de perguntas sobre a sua programação existencial, diariamente.

Exemplos de questões:
- Quais são os meus traços fortes e quais os traços fracos?
- Quais são os meus princípios (declarados ou na teoria) versus os meus  valores (na prática) na vida? i.e.
- O que é mais importante na minha vida? (i.e.: família, carreira, ajudar os outros, etc.)
- Quais são as minhas metas para o próximo ano, daqui 2 a 3 anos, 5, 10, 15, 20-25 anos e assim por diante?

Continue a escrever por 15-30 minutos todos os dias até que tenha esgotado as idéias  e não possa adicionar mais respostas detalhadas às perguntas. Depois de fazer este exercício todos os dias durante, pelo menos, uma semana, arranje tempo para compilar e sintetizar as informações.

2.2 – Condicionamentos

Uma das mais importantes metas deverá ser , também, reverter o condicionamento social e cultural. Limitamo-nos, com frequencia, desnecessariamente. Aqui, precisamos de aplicar a ideia de sonhar em grande. Para isso, existem duas técnicas que pode empregar:

1- Nenhuma limitação técnica: se tivéssemos todo o tempo, recursos financeiros e outros que possamos querer,  se tivéssemos todas as oportunidades que alguém pudesse ter e se tivesse as condições certas para fazer qualquer coisa que nos apetecesse, o que cada um de nós faria com as nossas vidas, para nós próprios e para os outros? Uma vez que somos livres para pensar grande, podemo-nos inspirar e, em seguida, procurar meios de pôr em prática com uma engenhosa, diligente e criativa atitude de “Eu posso”.

2- Técnica de um ano de vida: se cada um de nós descobrisse que tinha apenas mais um ano de vida, quais seriam as nossas prioridades? E como as executaríamos? Quais são as prioridades ou preocupações que se tornariam menos relevantes?

Sugestões de leitura sobre esta técnica:

. ” Chasing Daylight: How My Forthcoming Death Transformed My Life” by Gene O’Kelly
.  “One more Year of Life Technique,” Journal of Conscientiology, No. 17

Sugestão de Video sobre esta técnica:

. Randy Pausch Last Lecture: Achieving our Childhood Dreams


2.3 – Características Pessoais

Isto ajuda a saber aquilo em que somos bons (traços fortes), aquilo em que não somos bons (traços faltantes) ou características indesejáveis que possamos ter (traços fracos). Fazer uma lista de muitos dos traços fortes, fracos e faltantes na medida do possível irá ajudar-nos a conhecer as nossas capacidades pessoais.

Podemos encontrar maneiras de aplicar os traços fortes na abordagem dos  traços fracos. Esta ferramenta altamente auto-crítica e de auto-análise é uma das técnicas discutidas em profundidade no curso de Wagner  Alegretti “Programação Existencial”. 
     
 Pode começar a olhar diariamente para esta lista e começar a fazer adições. Além disso, deve tentar identificar os seus traços fortes, de forma a elaborar maneiras de usá-los na superação de certos traços fracos.

. Alguns exemplos de traços fortes: organização, carisma, confiança, discurso público, concentração, dedicação.
. Alguns exemplos de traços fracos: desonestidade, procrastinação, negatividade, mau-humor, descuido.
      
Praticando esta técnica ainda mais, pode avaliar quais dessas características herdou da sua família ou da sua cultura, e quais são os traços mais fortes e os mais fracos; como usar essas características para melhorar a si mesmo; também será útil perguntar aos seus amigos próximos e familiares – bem como algumas pessoas que podem ser críticos    consigo – para lhe dar uma lista do que, na visão deles, são os seus traços fortes e traços fracos.

2.4 – Planeamento

Esta metodologia pode ser uma parte da técnita da escrita e requer a utilização de cartas, listas, gráficos ou qualquer outro auxílio visual, que o pode ajudar a planear melhor. Primeiro, identificar os aspectos mais importantes da sua vida, como seja carreira, família, crescimento pessoal, assistência, etc. De seguida, para cada uma dessas categorias, fazer um conjunto de objectivos: imediato ou a curto prazo, médio ou longo prazo. Metas de curto prazo são divididas em 1 ano, 2 anos e até aos próximos 5 anos. Médio prazo são os próximos 10 a 15 anos. Longo prazo será de 25 a 30 anos e assim sucessivamente. Por exemplo: no próximo ano, vou voltar à escola para fazer três disciplinas como estudante em part-tim 

3.0– Conclusão

 A chave para o sucesso com muitas destas técnicas é o compromisso. Se aplicadas de forma consistente, os modelos surgem a partir desses exercícios. O que vai começar por mudar? À medida que passamos mais tempo na auto-avaliação e investigação, as ideias vão-se tornando mais definidas e claras e novas ideias surgem.

Identificamos o que é positivo, o que é preciso melhorar, o que gostamos e no que realmente nos queremos tornar. Vamo-nos conhecer mais. Além disso, como resultado de saber quem somos e o que queremos, começamos a identificar mais oportunidades que nos surgem no nosso percurso, sendo assim capazes de tirar maior proveito delas. Quanto mais praticarmos e quanto mais alinhados estamos com o nosso potencial, mais compreendemos o que é a nossa programação existencial. Escrever também reforça a nossa vontade e determinação e pode criar sincronicidades positivas.

 Parafraseando Alfred Lord Tennyson, é melhor ter tentado e falhado do que nunca ter tentado de todo. Podemos acabar por descobrir que não é o caminho correto. Através de um processo de eliminação, podemos diminuir o campo e, gradualmente, descobrir o nosso propósito.

Howard Thurman disse que "não te perguntes do que o mundo precisa e tentar ser e faz. Pergunta a ti mesmo o que te faz sentir vivo e depois fá-lo. Porque o que o mundo mais precisa, desesperadamente, é de pessoas que tenham vida!" O mais provável é que você se vá sentir muito forte e muito apaixonado pelo seu propósito de vida uma vez que o encontre. Em vez de fazer o que parece bem ou o que alguém nos diz para fazer, cada um de nós pode fazer o que sentimos ser o certo.

Outra coisa acerca do propósito da vida é que nós podemos pensar muito sobre o assunto e fazer toda a análise, mas se não agirmos, não será lá muito frutífero. Assim, enquanto é sábio gastarmos o nosso tempo sobre o que fazer, não queiramos esperar até que todos os detalhes surjam. Na maioria das vezes, começando e dando o próximo passo, eventualmente isso leva-nos ao destino final mais rapidamente do que ficando na expectativa de ver toda a conjuntura. É mais fácil corrigir o curso de um objecto em movimento, do que vencer a inércia de um que seja. “Fale o pensamento, e caminhe a palavra!”

Muitas das técnicas e ideias  para este artigo são baseadas nas publicações do Dr. Waldo Vieira, como “ Projecciologia”  e “Manual da Proéxis”. Curso núcleo da IAC “,Programa de Desenvolvimento da Consciência (CDC);  IAC  Avançado 1: curso de auto-conhecimento; curso “Programação Existencial”, de Wagner Alegretti, curso “Potencial Humano”, de Gabriel Sereni; técnica “Consciential Bootcamp" de Rob Dugan e as minhas próprias experiências pessoais.

Se deseja aprender mais sobre este assunto, inquira com a office da IAC mais perto de si para saber quando pode começar.


Manori Sumanasinghe é voluntária na IAC Los Angeles Education Center. 

Saturday, October 27, 2012

Vivendo Tempos Desafiadores: Como o conhecimento multidimensional pode ajudar


Este artigo foi originalmente publicado na revista VOICE em Tóquio, Japão em 2011.

Por Nanci Trivellato
Pesquisadora da IAC

Não é segredo que o mundo hoje está a atravessar uma situação financeira incerta. A economia está a responder a um número de ações (ou falta delas) realizadas pelos líderes mundiais e empresários e, como é sabido, os problemas políticos e económicos tendem a afetar muito as nossas vidas.

Esta condição lembra-nos uma característica principal dos nossos tempos modernos: a interligação planetária. Se não fossem os sistemas globais de comunicação e a interdependência das nações do mundo, o problema económico de um país (ou de alguns países) não se teria alastrado, numa reação em cadeia, pela maior parte dos países do planeta conforme se verificou.

Os satélites e a internet são, em parte, responsáveis por espalharem o sentimento de incerteza e ansiedade que podemos sentir, neste contexto de crise económica. Contudo, olhando pelo lado positivo, estas tecnologias são uma benção! Estas mesmas ferramentas podem tornar-nos menos egoístas ao permitir-nos saber o que está a acontecer no mundo, portanto, tornando-nos mais universalistas. Podem, também, ser utilizadas para criar reações positivas em cadeia por todo o planeta.

Contudo, o que a maior parte das pessoas se esquece de tomar em consideração neste “sentimento de crise” é o facto desta situação ser agravada, até um certo ponto, pelo contágio das auras das pessoas, que reflete o seu estado físico, emocional e bioenergético.
Este contágio é causado pela troca natural e contínua de bionergias (chi, prana, energia subtil) pela qual cada um de nós é submetido diariamente. Neste processo de doar e receber energias (para e de outras pessoas, locais e objetos) as nossas auras recebem energias com informação impressa. Facilmente se compreende que as nossas tensões internas e incertezas podem ser, rapidamente, amplificadas através de contaminação, sobretudo da ansiedade e medo de quem está ao nosso redor ou entra em contacto connosco. O intercâmbio deste tipo de energias causa um “loop” ou círculo vicioso que continua a piorar a situação. Este mecanismo é ainda mais forte em áreas de alta densidade populacional.

É importante, então, compreendermos o contágio energético e saber como deveremos fazer a nossa proteção e limpeza bioenergética. Ao mantermos o equilíbrio, não só saímos do processo retroalimentativo da ansiedade mas, também, contribuímos para tornar a situação melhor, uma vez que não embarcamos em sentimentos que não têm fundamento ou são inúteis, isto é ajudamos a quebrar esse mesmo círculo vicioso.
 
O QUE MAIS IMPORTA NA VIDA

Com o ritmo acelerado e a complexidade da vida moderna é fácil esquecer quem realmente somos e qual o nosso propósito nesta vida. Existimos na dimensão física por uma razão. O facto de descobrirmos as razões para estarmos aqui, confere sentido às nossas vidas, bem como metas para cumprir, o que, por outro lado, nos torna mais felizes e mais autoconfiantes.

Temos poucas certezas nesta vida. Muito embora possa parecer paradoxal, uma delas é o facto de que todos iremos morrer. A morte do corpo físico e, portanto, desta vida presente, é a realidade que todos encontrarão mais à frente. Mas isto não é necessariamente mau. Deixar esta vida é uma coisa boa quando sabemos dentro de nós que concretizámos o que viemos cá fazer. Noutras palavras, quando completamos aquilo a que nos comprometemos fazer nesta existência, sentimo-nos preparados para retornar à dimensão não física onde pertencemos. Contudo, morrer antes de completar aquilo a que nos comprometemos fazer nesta vida não é o ideal, uma vez que, provavelmente, iremos arrepender-nos de alguns aspetos das nossas vidas, dos falhanços na concretização de alguns objetivos.

Atingir uma sensação de tranquilidade e “paz de espírito” e levá-la connosco para as nossas próximas vidas (e períodos entre vidas) é a maior e mais gratificante realização que alguém pode ter. Adquirimos esta sensação de paz, principalmente, através do conhecimento das tarefas que assumimos fazer antes de nascermos e de saber que estamos a trabalhar no sentido de as cumprir durante esta vida. Este conjunto de tarefas e compromissos implica aplicarmos as nossas habilidades mais evoluídas. Estas tarefas foram planeadas para nos ajudar a equilibrar a nossa conta cármica (o balanço entre as nossas ações evolutivamente positivas, negativas e as omissões das vidas anteriores) e tornar o mundo um lugar melhor. A este “plano de tarefas” que temos de cumprir nesta vida dá-se o nome de: Programação Existencial.
A nossa Programação Existencial é, afinal, a razão real pela qual viemos para este planeta (plano físico) e é o que mais interessa na nossa vida.

REFLEXO EXTERNO DO NOSSO ESTADO INTERIOR

Quer tenhamos ou não consciência disso, as nossas características e a forma como nos sentimos acerca de nós próprios e das nossas vidas, intervém e reflete-se nas nossas bioenergias (na nossa aura e energias subtis). Normalmente, as pessoas não vêm estas energias, mas sentem-nas e interagem com elas de forma negativa ou positiva. Este processo natural afeta diretamente as situações à nossa volta e a nossa comunicação. Assim, se melhorarmos a nossa condição interna e desenvolvermos uma motivação legítima, otimismo e equilíbrio, isso irá refletir-se na imagem que os outros têm de nós e irá criar sincronicidades positivas.
Outro aspeto que contribui para o estabelecimento da imagem que os outros têm de nós e em trazer sincronicidades é a nossa condição cármica. O que fizemos nas nossas vidas anteriores e as ligações energéticas que construímos com pessoas e episódios históricos estão igualmente impressos nas nossas bioenergias. Por esta razão, é importante ter a noção de que a compreensão do processo evolutivo e o facto de sabermos equilibrar as nossas energias pode contribuir tremendamente para acelerar a limpeza das nossas dívidas e obrigações cármicas.

Neste sentido, estudos ou programas que ajudem a esclarecer a natureza da nossa existência multiexistencial proporcionando meios para descobrirmos, experimentando em primeira-mão, que somos mais do que apenas um corpo físico; também nos podem ajudar a compreender a base para o planeamento da nossa programação existencial. Assim, contribuem para alcançarmos um estado interno mais equilibrado, desenvolver a nossa confiança no que queremos fazer e porquê.


Um exemplo pelo meio do qual tal esclarecimento pode ser alcançado é através do conhecimento e treino oferecido nas aulas do Curso de Desenvolvimento da Consciência da Academia Internacional da Consciência (IAC – International Academy of Consciousness). Neste curso, a análise profunda do desenvolvimento bioenergético e pessoal, assim como o debate sobre as técnicas bioenergéticas e perceções psíquicas pode ajudá-lo(a) a tornar-se mais equilibrado, centrado, vitalizado e genuinamente mais positivo. Neste curso também se fala de “intoxicação energética” e de “intrusão de pensamentos, sentimentos e energias” que certas pessoas nos fazem. Quando falamos acerca de energias intrusivas não nos referimos apenas à intrusão exercida sobre nós por pessoas vivas com quem tenhamos alguma espécie de relação. Também nos referimos às pessoas não físicas – isto é indivíduos que já morreram mas que, por alguma razão, ainda gravitam nas energias densas do planeta e que podem interferir nas nossas bioenergias, por vezes, de forma prejudicial. Esta interferência é chamada de “assédio consciencial” e aprender como lidar com isso pode ser um passo importante na implementação de uma maior autonomia, maturidade e sensação de bem-estar nas nossas vidas.


Depois de aprendermos técnicas para fazer o desassédio e limpar as nossas bioenergias, tornamo-nos menos suscetíveis ao efeito de energias negativas, e assim, evitamos sofrer a ansiedade e outro tipo de emoções doentias de outros.
Este conhecimento traz-nos profundas vantagens enquanto consciências, uma vez que modifica a nossa atitude mental e deixa-nos com maior controlo sobre as nossas vidas. Ficando com um maior discernimento e mais equilibrados, ficamos, também, mais habilitados a lidar com os problemas, tempos difíceis e crises na vida.


VERIFICAÇÃO DA REALIDADE

A Humanidade tem passado por bastante. Só precisamos de estudar um pouco de História para perceber o grande número de situações difíceis que as pessoas deste planeta já experimentou ou infligiu noutros. Como humanos podemos sentir-nos tristes pelos erros da Humanidade, no entanto, podemos escolher aprender com esses erros para que não os repitamos.

Como consciências individuais, enfrentámos nas nossas vidas anteriores problemas muito maiores do que os que enfrentamos na nossa atual existência. Experimentámos uma tristeza muito mais profunda do que aquela que temos nos nossos dias e vivemos situações onde éramos realmente impotentes para agir e incapazes de fazer qualquer coisa para ajudar a mudar a situação onde nos encontrávamos.

Hoje, o leitor deste artigo, tem a liberdade para ler, falar e encontrar informação sobre o que lhe diz respeito e pode gozar de liberdade de movimento (o direito e a possibilidade de viajar e mover-se). Comparado com aquilo que já passámos em vidas anteriores, a situação económica e política que vivemos agora neste país é muito mais fácil de ultrapassar e mais tolerável para nós, como indivíduos, do que aquelas do passado – embora estejamos ainda a aprender como lidar com essas mudanças e com os novos desafios que enfrentamos agora.
A maior parte das pessoas que tem acesso a este artigo e o compreende, tem condições para decidir como quer passar o tempo, dinheiro e energias. Claro que a capacidade de escolha traz responsabilidade e dúvidas! Mas vamos lembrar-nos que em regiões menos afortunadas do planeta, existem pessoas que não têm a escolha de se estudarem a si próprias, de tentar melhorar o seu equilíbrio e sabedoria interior, nem têm apoio do governo. Se as pessoas soubessem mais acerca dos casos de muitas pessoas deste planeta, sentir-se-iam envergonhadas por reclamarem das suas vidas.

PAZ INTERIOR versus CONDIÇÃO EXTERNA

Tendo em conta o nosso nível evolutivo e lucidez, bem como as pressões do dia a dia, não é surpreendente que a tranquilidade interior seja uma qualidade rara.
A harmonia e a paz interior são tesouros para serem estimados. No entanto, uma sensação mais sólida e permanente de serenidade é, normalmente, experimentada por aqueles que estão certos que estão a alcançar o que se propuseram fazer como parte das suas Programações Existenciais. Normalmente, sentimo-nos completa e verdadeiramente “felizes” (preenchidos internamente) quando sabemos que estamos a realizar o papel concebido para esta vida.

Quando estamos na direção correta da nossa Programação Existencial, estamos também a melhorar a nossa maturidade e equilíbrio interior de uma maneira tangível. Não há maior sensação de cumprimento do que saber que estamos a alcançar as nossas metas evolutivas (e a ajudar outros a alcançá-las também). Isto acontece porque completar a nossa programação existencial requer que tenhamos que lidar e ultrapassar as nossas próprias limitações como consciências. Assim, somos compelidos a melhorar através de ações concretas, não apenas pela via dos desejos, aparências ou palavras vazias.

Na realidade, sem nos tornarmos mais sábios por dentro e alcançarmos uma maior evolução, apenas atingimos uma satisfação temporária, o que nos pode dar algum prazer e relaxamento, mas, analisando mais profundamente, deixa-nos, ainda, insatisfeitos. Isto é parte da razão porque pessoas, aparentemente cheias de sucesso em termos materiais, vivem em profunda infelicidade, construindo castelos de areia para as suas vidas e, muitas vezes, criando dependências, relacionamentos pobres, ou outros mecanismos de fuga.

TRANSFORMAR CRISES EM ALGO POSITIVO

De forma a ter uma perspetiva global da situação, precisamos de examinar a “condição humana”. Alguns instintos humanos naturais e reações comuns ocorrem em algumas situações, revelando tendências e padrões. Por exemplo, os humanos têm a tendência para estagnar quando as condições são estáveis e previsíveis. Em condições de segurança as pessoas fazem menos, provavelmente como um mecanismo instintivo para “poupar energia”. Por outro lado, situações de crise estimulam a criatividade, inovação e adaptação. A crise também encoraja novas relações e incentiva as pessoas a arriscar mais, a estar abertas a novas experiências e a abrir novas fronteiras. Por outras palavras: a crise ajuda a promover a evolução.

Tendo dito isto, vale a pena recordar que a atual crise financeira é, por um lado, suficientemente real relativamente ao efeito que tem sobre a segurança das economias mundiais e do bem estar e sustento de milhões, mas, por outro lado, infundada, na medida em que é, basicamente, desencadeada pela sede de ganhos fáceis e rápidos por parte de alguns, impulsionada por medo e insegurança. Nesta perspetiva, isto é uma crise de ética e não económica.

Ter o domínio bioenergético, vai ajudar-nos a trazer de dentro de nós a força que acumulámos das experiências das nossas vidas anteriores e a lidar com os nossos conflitos e dificuldades. A combinação dos exercícios energéticos conscientes com uma postura mais lúcida perante a vida pode impulsionar o crescimento interior bem como o equilíbrio interno. Esta condição de sapiência e serenidade é aquilo que nós chamamos de “maturidade consciencial”, um dos mais importantes tópicos de estudo dos cursos da IAC.

ÉTICA EM ESTUDOS ESPIRITUAIS

Durante tempos difíceis, há sempre pessoas que tentam explorar a fragilidade de outras. Infelizmente, isto é verdade mesmo na chamada área “espiritual e psíquica”. Vale a pena lembrar que ninguém pode prometer “curar tudo e mais alguma coisa”. Também, ninguém pode prometer encontrar um trabalho ou garantir a sua permanência (pelo menos não pelas vias éticas). Ninguém pode prometer “felicidade” independentemente da condição da pessoa, nem podem garantir ver todos os aspetos da vida da pessoa ou de vidas passadas. Se fosse possível prometer ou garantir tais resultados, os problemas do mundo e a crise financeira seriam resolvidos!
Realisticamente, apenas podemos oferecer ferramentas para ajudar as pessoas na sua progressão individual, de acordo com o seu potencial.

Então, como podem os estudos realizados pela IAC sobre a realidade multidimensional, ajudar?

O que a IAC apresenta é uma série de aulas bastante completas, bem desenvolvidas e fundamentadas onde é apresentado aos alunos um conhecimento ético e coerente direcionado unicamente para ajudá-los a perceber quem realmente são (através das suas experiências extramundanas) e a evoluir mais rápido.

Um tópico importante de discussão em todas as aulas da IAC é a Cosmoética, que é uma espécie de ética que se reflete para além da vida física e é aplicável mesmo quando morremos. Os estudos da IAC são conduzidos de acordo com os princípios mais cosmoéticos possíveis. Em cada Centro Educacional da IAC, em vários países do mundo, há um poster que diz: “Não acredite em nada, nem mesmo no que ouvir aqui. Investigue e tenha as suas próprias experiências.”

Na mesma linha, outro aspeto importante no trabalho da IAC é o seu esforço para educar as pessoas no sentido de atingirem o domínio das suas próprias bioenergias e perceções extrasensoriais. Para conseguir isso, a IAC ensina várias técnicas e explica em detalhes os mecanismos de autocontrolo energético e lucidez psíquica. Cada estudante aplica as técnicas de acordo com a sua própria decisão, capacidade e vontade. Todos beneficiam em aprender formas de tomar conta do seu próprio equilíbrio energético que pode ser alcançado (e deve ser alcançado), sem se tornar dependente de um “guru” ou “curador”. A manutenção pessoal do equilíbrio bioenergético permite que os estudantes influenciem o seu percurso evolutivo. Essa é a missão da IAC: favorecer o autodomínio e a evolução pessoal.

Se está à procura de aprender e saber mais acerca do lado da vida não físico e multidimensional e acerca de programação existencial, bioenergias e fenómenos psíquicos, por favor tenha a certeza que encontra uma escola respeitável e de confiança. O conhecimento certo cria confiança e pensamento livre enquanto equívocos podem gerar medo e dependência.


Se quiser ter mais informação sobre o trabalho da IAC, a sua filosofia e o programa educacional, por favor contacte o centro educacional mais próximo ou visite: www.iacworld.org.

Mestre Nanci Trivellato, é investigadora e professora de conscienciologia e projecciologia desde 1992. Atualmente é Diretora do Departamento de Pesquisa e Comunicação Científica da IAC. Lecionou conferências em 14 países, na América, Europa e Ásia e é a fundadora da revista científica “Journal of Conscientiology” e Editora-chefe desde 1998. Apresenta pesquisa nas áreas de despertologia, energometria, holocarmalidade, parapercepciologia e projecciologia. Muitos dos resultados destes estudos foram apresentados internacionalmente em congressos e conferências da Conscienciologia e outras áreas do conhecimento humano. Trivellato foi a vencedora do Prémio Global da IAC para Contribuições Científicas à Conscienciologia com o seu estudo sobre Estado Vibracional.



Thursday, October 4, 2012

Conta Pessoal: Exercício da Experiência Fora-do-corpo



Michael Lydon, IAC Nova York

Noite de Sábado, 21 de janeiro/ Manhã de Domingo, 22 de janeiro de 2012

Estive a trabalhar a energia durante todo o dia, especialmente, exercícios para relaxar a respiração e qualquer tensão física. Entrei num transe de cura, onde senti uma intensa mudança do nível de energia quando um profundo desbloqueio ocorreu. À noite, usei uma técnica modificada da meditação Zen para diminuir todos os meus pensamentos e focar num alvo projetivo.



A técnica original implica contar até 10 sem ter outros pensamentos para além dos próprios números. Cada número corresponde a um inspirar / expirar. Assim, por exemplo,


• Inspire, expire - "um"
• Inspire, expire - "dois"
• Etc.



No entanto, se a pessoa tiver apenas um pensamento para além dos números (por exemplo:"fantástico, cheguei ao três"), tem que começar tudo de novo. A ideia é conseguir chegar a 10 e, nessa altura, começar de novo. Este exercício é apenas para ajudar a acalmar a mente.

Bom, eu modifiquei este exercício ao pensar na projeção para a dimensão mentalsomática, e incluí a repetição da frase "Vou-me projetar para a dimensão mentalsomática”. Fui dizendo esta frase, mantendo o mesmo padrão de respiração (inspirar, expirar), mantendo o meu foco e contando até 10. Se me distraía por um segundo pensamento, começava tudo de novo. Só de evocar a ideia, comecei a sentir uma desconexão do fluxo habitual de pensamentos e preocupações e começou a ocorrer uma corrente sutil ascendente de energia, com o meu centro de consciência movendo-se para os chakras na cabeça. Infelizmente, distraí-me por sentir necessidade de ir ao banheiro, e também, por ter tido um pensamento sobre a necessidade de trocar um parafuso da porta. 



Quando voltei, a mesma técnica parecia não funcionar. Aquela pequena caminhada ao redor pareceu suscitar um monte de pensamentos, ou talvez, apenas, eu não estivesse, no "espaço mental" que estava anteriormente. Então, tentei uma técnica diferente - outra repetição verbal ou técnica mantra com um padrão semelhante.


A minha ideia era acalmar a minha mente e ao mesmo tempo usar uma técnica de projeção. Para fazer isso usei o seguinte:

1. Concentre-se na respiração, e remova qualquer ideia, consciente ou inconsciente, de tentar controlar a respiração (por meio de tensões mentais inconscientes). Então, deixe a respiração relaxar e acontecer naturalmente. (Notei que a minha respiração se tornou superficial, rítmica e contínua, como se o movimento de entrada e saída fossem parte de um fluxo contínuo).

2. Use o seguinte mantra: ".Que este corpo, este energossoma, este psicossoma e este mentalsoma, sejam usados apenas para fazer assistência"

3. Este mantra deve ser dito nos intervalos seguintes:

a. Inspiração: que este
b. Expiração: corpo
c. Inspiração:este
d. Expiração:energossoma
e. Inspiração: este
f.  Expiração: psicossoma
g. Inspiração: e este
h. Expiração: mentalsoma
i.  Inspiração: sejam usados apenas
j.  Expiração: para fazer assistência
k. (repetição)

4. Com cada utilização da palavra "corpo", "energosoma", "psicossoma", "mentalsoma" e "assistência", tentei sentir as qualidades daquela palavra, ou simplesmente, perceber o que a palavra me evocava em termos de sensações, sentimentos e repercussões energéticas.


Sempre que minha respiração se tornava tensa (como se eu estivesse a tentar controlá-la), eu relaxava novamente até que se tornou natural e, então, começou o mantra novamente. Consegui sentir uma considerável quantidade de energia deslocando-se internamente antes de adormecer.

Experiência.

Depois de passar por alguns sonhos, fiquei mais lúcido e encontro-me, de repente, num centro (talvez um centro de educação), que parece ser um prédio. O centro parece ser muito antigo (como se tivesse sido construído há muito tempo). É construído do que parece ser gesso liso (embora, aparentemente, mais robusto do que gesso - talvez como um estuque liso) que foi pintado com laranja quente e cores vermelhas. Reparei que em toda a área circundante estavam plantadas orquídeas. A área estava decorada com estátuas de pedra com piscinas de água à sua frente emolduradas pelo mesmo material e havia videiras a crescer em várias partes do complexo. Havia vasos com orquídeas colocados de uma forma decorativa no chão perto das paredes e, também, nas próprias paredes, em algumas zonas. Percebo-me a ser conduzido por uma mulher pelas instalações e que nos estamos a preparar para uma reunião. Eu não lhe disse nada a ela, nem ela a mim. Toda a comunicação foi, de alguma forma, simplesmente "entendida".

Nessa altura pergunto-me se isto é um sonho ou uma projeção, e penso que, se é um sonho, o ambiente, (ou seja, o cenário do fundo) provavelmente, vai mudar. Caminho por uma área aberta, contorno um canto e entro numa alcova com paredes de pedra. O meu guia (uma mulher) quer mostrar-me algo. Ela ajoelhou-se, focando, por alguns momentos, numa orquídea que estava no chão, à sua frente, e a flor transforma-se, espontaneamente, numa borboleta, que bate as asas e tremulamente se distancia. Fiquei maravilhado com o facto dela ter sido capaz de transformar uma forma de vida noutra, ou, pelo menos, criar um morfopensene (forma de pensamento) tão complexo como uma borboleta a partir de algo (comparativamente mais simples) como uma orquídea.

Volto para a área principal, ainda seguindo o meu "guia turístico", e noto que esta experiência já está a acontecer há algum tempo. Concentro-me em manter a frequência, de modo a continuar lúcido e aprender aquilo que estou destinado a aprender lá. Noto que o “layout” do prédio parece estar intacto, o que me diz que a experiência é, provavelmente, uma projeção.

Decidir testar como o meio ambiente responde ao pensamento, e, assim, voltei-me para uma das estátuas com a piscina de água debaixo dela. Estendo a minha mão esquerda e começo a exteriorizar energia para a água e a água começa a agitar-se e a subir - não deixou de correr, mas começou a sair para fora da piscina como se estivesse a ser puxada por uma força magnética. Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa significativa com a água, sinto a mão de uma mulher a segurar o meu pulso. Ela emitiu um pensene não-verbal que foi claramente na linha do "não fazer isso." Não era o meu guia, mas outro guarda do prédio. Obedeci, percebendo que o que eu estava a fazer era, de alguma forma, prejudicial para o ambiente.

Continuei à espera ali para a reunião que nós iríamos ter e lembro-me vagamente de virem algumas pessoas juntas e, então, (infelizmente) perdi a lucidez e não me lembro o que aconteceu depois disso.

Acordei e pensei que, se isto tivesse sido um sonho, provavelmente, não teria produzido um estado vibracional. Notei que o núcleo interno do meu corpo estava a vibrar com a eletricidade que estava a fluir para cima no interior do canal central (perto da coluna) em direção ao cérebro. Foi um estado vibracional sutil e, quanto mais eu me concentrava nele, mais forte se tornou, até que voltei a dormir. Isto é uma confirmação provável de que tinha tido uma projeção. Não me lembro de nenhum sonho ou projeções depois.

Comentário.

Depois de ler a experiência de Robert Bruce com projeções vs sonhos lúcidos, neste momento questiono mais o facto da minha experiência ter sido um sonho ou uma projeção. Na experiência de Bruce (no seu livro Dynamics Astral), ele vai a um centro Comercial, altamente prejudicial para o meio ambiente, e as pessoas comportam-se como autômatos que não respondem ao que ele está a fazer. A sua hipótese é que estas experiências são projeções da sua mente inconsciente.

Não penso que este ambiente tenha sido uma projeção da minha mente inconsciente, uma vez que não é característico de mim ou da minha imaginação "inventar" um lugar assim.

O facto de haver:
• Guias turísticos lúcidos
• A demonstração de complexas criações morfopensénicas
• Comunicação não-verbal
• A antecipação de uma reunião
• Um razoável grau de lucidez (pelo menos 60%), com pensamento racional, sendo 80%, o nível do estado normal de vigília
• "Regras" do ambiente
• Um estado vibracional subsequente, após a experiência
• Tudo me leva a crer que isto foi, realmente, uma projeção.


Não sei o que aconteceu durante a reunião, ou se foi realizada alguma assistência (para o meu alvo mental), mas estou muito grato por esta experiência e gostaria de visitar este ambiente novamente, se possível.

Com o meu nível de lucidez, claramente de um nível inferior do que a dos seres daquele lugar, provavelmente eu parecia uma pessoa embriagada, ou alguém que estava mentalmente intoxicado com as energias da vida física. Eu imagino que é isso que um monte de projetores semiconscientes ou não lúcidos parecem para os seres não físicos mais conscientes. Parece haver uma correlação direta com o próprio nível de desbloqueio energético e a experiência de projeções prolongadas com a consciência mais sutil e rarefeita. Quando o nosso padrão energético se torna menos terrestre e mais extrafísico, estamos mentalmente mais "limpos" quando chegamos a uma dimensão não física.

Esta não foi a primeira vez que eu tentei mudar um ambiente com energia e atraí a atenção das “autoridades” .Na verdade, isso aconteceu numa das minhas projeções mais recentes, onde duas mulheres me pediram para ir com elas depois de ter feito um vaso de plantas desaparecer. Mas, às vezes, as autoridades não são tão agradáveis. Nesta projeção uma mulher gentilmente, mas firmemente agarrou o meu pulso, mas noutra projeção que me recordo, onde fiz  desaparecer uma mesa, um “oficial” do ambiente apunhalou-me com um garfo, sabendo que isso me faria voltar ao corpo. Não posso culpá-lo por fazer isso, eu é que estava a perturbar o paradigma de todos.

Após esta projeção, resolvi parar de testar ambientes energicamente para verificar se eles são "reais", uma vez que, muitas vezes, parece ter um efeito perturbador. O que eu sinto é que, no futuro, deverei, apenas, focar-me no que estou destinado a fazer ou aprender enquanto lá estou e ver o que daí advém.

Michael Lydon é um voluntário e um pesquisador da IAC Nova York desde 2002



Saturday, September 29, 2012

Alcançar Experiências-Fora-do-Corpo mais frequentes com o novo Método IAC


-por Nelson Abreu

Milhões de pessoas ao redor do mundo já tiveram projeções da consciência espontâneas e muitos terão tido, através dessas experiências, transformações internas positivas. E se milhões de pessoas o fizessem intencionalmente e mais vezes? O desenvolvimento da ciência da consciência e a nossa evolução, em geral, acabaria por chegar a um ponto de inflexão. No entanto, hoje, muitas tentativas da experiência-fora-do-corpo (EFC) conscientes realizadas por principiantes acabam com o indivíduo, simplesmente, adormecendo.

 O “Procedimento Progressivo da Projeção” visa aumentar a taxa de sucesso das tentativas de EFC de um principiante. Esta técnica foi desenvolvida pelos projetores lúcidos da Academia Internacional da Consciência e baseia-se em anos de experiências pessoais e décadas de pesquisas da Projeciologia, tendo sido apresentado pela primeira vez numa conferência em 2006 em Utah, EUA.

 As sementes deste método foram plantadas quando os pesquisadores notaram que os sons externos ocasionais como o chilrear dos pássaros ou os sons aleatórios a partir de um computador de mesa os acordavam. Ao recuperar a consciência, eles sentiam um maior relaxamento devido ao sono breve e sensações mais ativas de bioenergia como resultado da soltura da energia que liga o corpo físico e os corpos "astrais". Foi, também, observado que, à medida que a sessão continuava, o suposto projetor ficava menos acordado e durante menos tempo e que necessitava mais frequentemente de sons para despertar.

Frequentemente, isso levou a um ponto em que o pesquisador se sentia profundamente relaxado, mas também lúcido o suficiente para ter uma “descolagem” consciente.

Pode agora aprender esta técnica com o Workshop de EFC da IAC: Procedimento Progressivo da Projeção. Se você relaxa facilmente, mas tem dificuldade em manter a lucidez ou normalmente fica acordado, mas tem dificuldade em relaxar, este método pode ajudá-lo a atingir projeções mais frequentes, se aplicado com alguma diligência.

Temos recebido um bom feedback das primeiras sessões de treinamento realizadas em Miami e Nova York. Uma estudante disse-nos que, como esteve muito perto de experimentar uma projeção durante o workshop de 3 horas na IAC resolveu assumir o nosso desafio de tentar fazê-lo diariamente pelo menos durante uma semana. Na 2 ª ou 3ª tentativa, esta aluna teve a primeira das suas projeções totalmente conscientes e teve, ainda, mais algumas naquela semana.

 Verificou-se, através da pesquisa, que a altura mais eficaz para a projecção inclui as manhãs de sono incompleto quando a pessoa se levanta, faz alguma atividade leve durante uma hora a duas horas, e, depois, volta mais alerta, mas com o corpo pronto para rapidamente relaxar. Isto permite-lhe desfrutar mais do período hipnagógico (o período decorrente entre o estar acordado e o adormecer).

 Por outro lado, com este método, é provável que vá estar com o corpo muito relaxado (ou até chegar ao estado temporário e inofensivo de paralisia do sono), mas estar acordado o suficiente para perceber o início das sensações energéticas associadas à expansão do corpo de energia e à consequente separação parcial do corpo sutil.

Numa aplicação desta técnica, um pesquisador começou a sonhar que estava a lavar os dentes no WC. De repente, começou a sentir o Estado Vibracional e outras sensações energéticas. Isto lembrou-lhe que se estava a tentar projetar e fê-lo perceber que estava a sonhar. A consciência do que se estava a passar trouxe-o para fora do sonho e ele foi capaz de completar a EFC com lucidez. Isto demonstra que este procedimento lhe permitiu chegar, progressivamente, a um bom nível de relaxamento para a EFC começar naturalmente a ocorrer, mas a sua lucidez - embora baixa o suficiente para começar a sonhar - ainda era suficiente para sentir as sensações energéticas.

Finalmente, para maximizar a eficácia, a pessoa pode relaxar sem a preocupação de adormecer no início (embora ainda tentando ficar lúcido), definindo o alarme numa sequência de: 30 minutos, 15 minutos, a 10 minutos, a 10 minutos; 5 minutos; 5 minutos; 5 minutos ...

Assim, mesmo que se adormeça (e, consequentemente, a pessoa relaxar completamente e soltar o corpo de energia, criando uma projeção parcial natural), a experiência não está perdida. Pelo contrário, a pessoa recupera lucidez e reinicia a partir de um ponto mais relaxado fisiologicamente. Como leva cada vez menos tempo a (possivelmente) adormecer ou chegar perto disso, pode-se começar a reduzir o intervalo de tempo.

Claro, corre-se o risco de o alarme soar quando está a pessoa se está a projetar ou durante a projeção, portanto, um método para acordar com sistema vibratório ou algum outro método não atordoante é recomendado. Neste caso (no workshop), o professor irá agir como o "alarme". Este facto não tem, necessariamente, que fazer parar a tentativa de saída do corpo, mas se isso surpreender a pessoa ou incomodar suficientemente o seu corpo, poderá ocorrer. A investigação inicial mostrou sucesso com esta técnica, especialmente depois de noites de sono limitado, mas também no início da noite ou no final da tarde. A EFC também tende a restaurar a vitalidade que ajuda a recuperar o sono pobre. No entanto, também houve aplicações da técnica com sucesso noutras alturas do dia tais como: 12:00 pm, 06:00 pm, 21:00 pm em dias"normais" - quando o corpo se encontrava cansado o suficiente para relaxar, mas a consciência ainda era capaz de manter a lucidez suficiente para não cair no sono imediatamente.

Idealmente, cada um vai ter controlo suficiente sobre a bioenergia, lucidez, e relaxamento fisiológico e psicológico e não necessitará de uma muleta, método ou qualquer outra técnica. Mas qualquer método saudável para começar ajuda. Uma boa tentativa pode durar de 1 hora e meia a duas horas: mais tempo, é provável que seja inútil, enquanto que menos tempo pode significar desistir mesmo quando estava a chegar perto!

Nós convidamo-lo a entrar em contato com o Centro Educacional da IAC mais próximo para aprender mais sobre o nosso núcleo de treino da experiência-fora-do-corpo, parte do Programade Desenvolvimento da Consciência (CDC). Os módulos 1 e 2 servem como preparação básica para a projeção lúcida e são um pré-requisito para o Workshop EFC: Procedimento Progressivo Pontuado.

Procure este novo workshop em Dezembro, nas cidades de Londres e Nova York!

NelsonAbreu, B.S. Engenheiro Elétrico, é voluntário da International Academy of Consciousness – Centro Educacional da Califórnia